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Gerência de configurações

O Prof. Mark Burgess, da universidade de Oslo, criou o modelo de gerência de configurações e estados convergentes. Ele aplicou e adaptou o conceito de gerência de configurações originário da engenharia de software para a administração de sistemas e serviços, isto se tornou referência e continua sendo até a hoje a base das principais ferramentas de automação do mercado.
Uma das principais características deste modelo é a arquitetura de agente + servidor. Nesta arquitetura temos um servidor que apenas armazena configurações, e temos o agente que é instalado em cada sistema que será gerenciado. O agente vai até o servidor e busca regularmente as configurações, em posse das configurações ele as aplica no sistema em que está instalado.
Através da gerência de configurações é possível definir o estado desejado de um sistema ou serviço de sua infraestrutura, isto é feito através de uma linguagem declarativa. Quando expressamos o comportamentos desejado, criamos algo que podemos chamar de receita ou manifesto. O comportamento de cada sistema operacional, sistema ou serviço estará descrito neste manifesto. O manifesto serve de referência para o agente, com ele o agente verifica se o sistema ou serviço representa o que está no manifesto, caso exista alguma divergência o agente irá corrigir o problema, sem interferência humana, automaticamente, convergindo o node para o estado desejado que foi expressado através da linguagem declarativa.
Os benefícios de adotar tecnologias que implementam esse conceito é a garantia de compliance, padronização, controle total, agilidade nas mudanças e visibilidade completa de tudo o que acontece em seu parque de servidores e infraestrutura.
A Instruct se especializou na gerência de configurações e utiliza o Puppet como ferramenta para implementar este tipo de automação em seus clientes.

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